Tratamentos minimamente invasivos para alívio de dor na coluna no RJ
Existe um grupo de procedimentos voltados especificamente ao alívio da dor na coluna, feitos com agulha e guiados por imagem, sem cirurgia. Eles não corrigem a causa estrutural, mas podem abrir espaço para a reabilitação avançar. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro.
Entre o tratamento conservador e a cirurgia existe um território intermediário: procedimentos feitos com agulha, guiados por radioscopia ou tomografia, que atuam diretamente sobre a estrutura que gera a dor.
O propósito deles é distinto do da cirurgia. Não removem hérnia nem ampliam canal estreito. Atuam sobre a inflamação e sobre a transmissão da dor.
Bem indicados, permitem que o paciente retome o movimento e avance na fisioterapia — que é o que efetivamente trata o problema a médio prazo.
Quais procedimentos existem?
Infiltração epidural
Medicação depositada no espaço epidural, próximo à raiz nervosa inflamada. Usada sobretudo em dor radicular por hérnia de disco.
Bloqueio facetário
Dirigido às pequenas articulações posteriores da coluna, quando o padrão da dor sugere origem facetária. Tem também valor diagnóstico: o alívio confirma a origem.
Rizotomia por radiofrequência
Quando o bloqueio confirma que a dor vem das facetas, a radiofrequência atua sobre os pequenos ramos nervosos que as inervam, com efeito geralmente mais prolongado.
Bloqueio de ramo medial e outros bloqueios seletivos
Empregados para localizar com precisão a estrutura responsável antes de definir a conduta seguinte.
Quem pode se beneficiar?
- Dor persistente sem resposta suficiente a medicação e fisioterapia
- Dor que impede o avanço da reabilitação
- Pacientes sem indicação cirúrgica no momento
- Pacientes com risco cirúrgico elevado por condições clínicas
- Casos em que é preciso confirmar a origem da dor
O que esperar do resultado
A resposta varia bastante. Parte dos pacientes tem alívio expressivo por semanas ou meses; outros respondem pouco. O efeito não é permanente, e isso precisa estar claro antes do procedimento.
Por isso esses procedimentos raramente são usados isolados. Funcionam melhor dentro de um plano que aproveita a janela de menor dor para reabilitar.
Riscos e cuidados
Dor no local, sangramento, infecção e reações à medicação são possibilidades, pouco frequentes mas reais. Pacientes em uso de anticoagulantes, diabéticos e portadores de infecção ativa precisam de avaliação específica antes.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041.
Como esses procedimentos se combinam com a fisioterapia
O erro mais comum é tratar o procedimento como um evento isolado: fazer a infiltração, sentir alívio e interromper o restante do tratamento. Quando o efeito da medicação passa, a dor tende a voltar, porque nada mudou na causa.
A lógica correta é a oposta. O procedimento cria uma janela de menor dor, e é dentro dessa janela que a fisioterapia consegue avançar para o fortalecimento — que é o que sustenta o resultado depois. Combinados, os dois rendem muito mais do que qualquer um deles sozinho.
Conclusão
Os procedimentos de alívio de dor ocupam um espaço útil entre a fisioterapia e a cirurgia. Tratados como solução definitiva, decepcionam; usados como ponte para a reabilitação, costumam cumprir bem o papel.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para avaliação de dor na coluna.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Dor na coluna que limita a rotina?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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