Cirurgia minimamente invasiva para aneurisma cerebral no Rio de Janeiro
O tratamento de aneurismas cerebrais mudou com o avanço das técnicas endovasculares e dos acessos cirúrgicos menores. A elegibilidade, porém, depende da anatomia do aneurisma, não da preferência entre uma via e outra. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro.
Nas últimas décadas, o tratamento do aneurisma cerebral deixou de ter um caminho único. Ao lado da clipagem microcirúrgica clássica, consolidaram-se o tratamento endovascular e os acessos cirúrgicos reduzidos.
Isso ampliou o número de pacientes que podem ser tratados e reduziu, em parte dos casos, o tempo de internação e de recuperação. Não significa, contudo, que a via menos invasiva seja sempre a melhor.
Cada aneurisma tem uma geometria própria — colo largo ou estreito, relação com ramos arteriais, localização — e é ela que define qual técnica oferece o melhor resultado com menor risco.
O que é o tratamento endovascular?
É realizado por dentro do próprio vaso. Um cateter fino é introduzido a partir de uma artéria, geralmente na virilha ou no punho, e conduzido até a artéria cerebral onde está o aneurisma, com auxílio de imagem em tempo real.
Técnicas endovasculares
- Embolização com molas, que preenchem o interior do aneurisma
- Uso de stent para dar suporte quando o colo é largo
- Dispositivos desviadores de fluxo, que redirecionam o sangue e promovem a oclusão progressiva
- Balão de remodelamento, empregado em configurações específicas
Como não há abertura do crânio, o desconforto pós-operatório costuma ser menor e a internação mais curta. Em contrapartida, alguns tratamentos endovasculares exigem uso prolongado de antiagregantes e controle por imagem ao longo dos anos.
E os acessos cirúrgicos menores?
Na via cirúrgica, o conceito de acesso reduzido — por vezes chamado de keyhole — busca alcançar o aneurisma por uma abertura menor e bem planejada, com auxílio de neuronavegação e microscópio.
A vantagem está na menor exposição e no menor desconforto. A condição é que o planejamento permita visualizar e controlar adequadamente o aneurisma e os vasos vizinhos; sem isso, o acesso reduzido não é seguro.
Como se decide entre as opções?
- Localização do aneurisma e vasos envolvidos
- Relação entre o tamanho do colo e o do saco aneurismático
- Presença de ramos arteriais saindo da própria lesão
- Idade, condições clínicas e possibilidade de usar antiagregantes
- Se o aneurisma já rompeu ou não
A decisão costuma ser tomada em discussão entre as equipes cirúrgica e endovascular, a partir da angiografia.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041. Os procedimentos são realizados em ambiente hospitalar.
Conclusão
Ter mais opções para tratar um aneurisma é um ganho real, desde que a escolha seja guiada pela anatomia da lesão. Não existe técnica superior em abstrato: existe a mais adequada para aquele aneurisma, naquele paciente.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para avaliação de aneurismas cerebrais.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
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Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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