Tratamento da dor cervical com cirurgia minimamente invasiva no Rio de Janeiro
A maior parte das dores cervicais melhora sem cirurgia. O caminho do tratamento tem etapas, e a cirurgia é a última delas — indicada apenas quando há compressão nervosa que não respondeu ao resto. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro.
Dor no pescoço é queixa extremamente comum, e a esmagadora maioria dos casos é de origem muscular e postural. Melhora com medidas simples em dias ou semanas, sem necessidade de exame de imagem.
O quadro muda quando a dor irradia para o braço, quando há formigamento ou quando aparece perda de força. Aí a suspeita passa a incluir compressão de raiz nervosa, e a investigação segue outro caminho.
Este texto percorre as etapas do tratamento, na ordem em que costumam acontecer, até chegar à cirurgia.
Etapa 1: tratamento conservador
Controle da dor com medicação prescrita, fisioterapia orientada e ajuste de postura e de rotina. Trabalho de mobilidade seguido de fortalecimento da musculatura cervical e escapular.
O que evitar nessa fase
Repouso prolongado e imobilização desnecessária tendem a atrasar a recuperação. O colar cervical tem indicações específicas e limitadas, e usá-lo por conta própria por semanas costuma enfraquecer a musculatura.
Etapa 2: investigação por imagem
Indicada quando o quadro persiste apesar do tratamento, quando há sinal neurológico ou quando existem sinais de alerta. A ressonância magnética é o exame de escolha para avaliar discos, raízes nervosas e medula.
A leitura da imagem é feita junto com o exame clínico. Alterações degenerativas são comuns em pessoas sem dor, e por isso o achado isolado não fecha diagnóstico.
Etapa 3: procedimentos guiados
Em casos selecionados de dor radicular intensa, a infiltração pode reduzir a inflamação em torno da raiz e permitir que a reabilitação avance. É medida de apoio, com efeito variável e não permanente.
Etapa 4: cirurgia
1. Quando entra. Dor radicular persistente com compressão documentada, perda de força progressiva ou sinais de compressão medular. Nesses dois últimos casos, a etapa conservadora pode ser encurtada.
2. Que técnica. Acesso anterior com discectomia, foraminotomia posterior por via tubular ou endoscopia, conforme o nível e o tipo de compressão.
3. O que esperar. A dor irradiada costuma responder melhor à descompressão do que a dor cervical axial. Essa distinção precisa estar clara antes da cirurgia, para que a expectativa seja realista.
O que costuma atrapalhar a recuperação
Retomar esforço cedo demais, abandonar a fisioterapia assim que a dor melhora e passar horas seguidas com o pescoço fletido sobre telas são os fatores que mais frequentemente fazem o quadro voltar. A postura de trabalho merece revisão explícita, e não apenas uma recomendação genérica.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041.
Conclusão
O tratamento da dor cervical tem uma ordem, e pular etapas costuma decepcionar. A cirurgia resolve bem a compressão nervosa; ela não é o tratamento da dor muscular no pescoço.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para avaliação de dor cervical.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Dor cervical que não melhora?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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