AVC

Neurocirurgião para AVC no Rio de Janeiro

O neurocirurgião não atua em todos os AVCs, mas tem papel definido em alguns deles: nos casos hemorrágicos, nas situações que exigem descompressão e na investigação de causas estruturais tratáveis. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.

O AVC tem dois grandes tipos. O isquêmico, mais frequente, ocorre quando uma artéria é obstruída. O hemorrágico acontece quando há ruptura de um vaso e sangramento dentro ou ao redor do cérebro. O manejo de cada um é diferente.

Na maior parte dos AVCs isquêmicos, o tratamento agudo e o seguimento são conduzidos clinicamente, sem cirurgia. Já nos hemorrágicos, e em alguns isquêmicos extensos, a avaliação neurocirúrgica pode ser necessária desde a fase inicial.

Este texto organiza os momentos em que a neurocirurgia entra. Se você procura um assunto específico, há artigos dedicados aos sinais de alerta, ao acompanhamento pós-AVC, à recorrência e a quais especialidades procurar.

Antes de tudo: emergência é 192

Diante de fraqueza súbita em um lado do corpo, boca torta, fala enrolada, perda súbita de visão ou dor de cabeça de início explosivo, a conduta é ligar 192 imediatamente. Nenhuma consulta eletiva substitui esse atendimento, e o tempo até o hospital influencia diretamente o resultado.

Em que situações o neurocirurgião atua?

1. AVC hemorrágico. Quando há hematoma intracerebral, hemorragia subaracnoide por ruptura de aneurisma ou sangramento por malformação vascular, a avaliação neurocirúrgica é parte do atendimento.

2. AVC isquêmico extenso com edema. Em casos selecionados, o inchaço cerebral após um infarto grande pode exigir procedimento descompressivo para aliviar a pressão intracraniana.

3. Investigação de causa estrutural. Depois da fase aguda, a avaliação busca aneurismas, malformações arteriovenosas e estenoses arteriais que possam ter provocado o evento e que tenham tratamento.

Que exames costumam ser usados?

  • Tomografia de crânio, exame inicial na emergência
  • Ressonância magnética, com mais detalhe do tecido cerebral
  • Angiotomografia ou angiorressonância dos vasos do cérebro e do pescoço
  • Angiografia cerebral, quando é preciso definir com precisão a anatomia vascular
  • Exames cardiológicos, na busca de causa embólica

Por que a angiografia às vezes é necessária

Os exames não invasivos mostram bem a maior parte das alterações vasculares, mas há situações em que a definição da anatomia precisa ser mais precisa — sobretudo quando se cogita tratar um aneurisma ou uma malformação. Nesses casos, a angiografia cerebral fornece o detalhe que orienta a decisão.

E depois?

O seguimento combina reabilitação, controle rigoroso dos fatores de risco e tratamento da causa quando ela é identificada e tratável. Essas três frentes caminham juntas e nenhuma substitui a outra.

Onde é o atendimento

O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041.

Conclusão

A neurocirurgia tem papel definido no AVC: nos casos hemorrágicos, em situações que exigem descompressão e na investigação da causa depois da fase aguda. Reconhecer quando cada momento chega é o que organiza o cuidado.

O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para avaliação e acompanhamento neurocirúrgico relacionados ao AVC.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).

Precisa de avaliação neurocirúrgica após um AVC?

Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.

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