Neurocirurgião no Rio de Janeiro: dormência no rosto ou fraqueza repentina pode ser AVC
Dormência em um lado do rosto, fraqueza súbita em um braço ou perna e dificuldade repentina para falar estão entre os sinais mais frequentes de AVC. Diante deles, a conduta não é agendar consulta: é chamar o SAMU pelo 192 imediatamente. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para a investigação e o acompanhamento depois da fase aguda.
O AVC acontece quando o suprimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, por obstrução de uma artéria ou por sangramento. As células daquela região começam a sofrer em minutos, e é por isso que o tempo entre o primeiro sintoma e o atendimento define boa parte do resultado.
Os sintomas costumam ser súbitos e atingir um lado do corpo. A pessoa estava bem e, de um momento para outro, percebe que o braço não responde, que o rosto está dormente ou que as palavras saem trocadas.
Um detalhe importante: os sintomas podem melhorar sozinhos em minutos. Isso não significa que o episódio foi inofensivo. Pode ter sido um ataque isquêmico transitório, que é um forte aviso de risco de AVC nos dias seguintes e exige avaliação urgente.
Quais são os sinais de alerta do AVC?
Existe um roteiro simples e amplamente usado para reconhecer o AVC. Ele se apoia em três perguntas rápidas, que qualquer pessoa pode fazer.
O teste dos três sinais
- Rosto: peça para a pessoa sorrir. Um lado da boca fica caído?
- Braços: peça para levantar os dois braços. Um deles cai ou não sobe?
- Fala: peça para repetir uma frase simples. A fala está enrolada ou trocada?
Se qualquer uma das respostas for sim, ligue 192 imediatamente e anote o horário em que os sintomas começaram. Essa informação é decisiva para a equipe médica.
Outros sinais possíveis
- Dormência súbita em um lado do rosto, do braço ou da perna
- Perda ou embaçamento súbito da visão, especialmente em um olho
- Tontura intensa com perda de equilíbrio ou de coordenação
- Dor de cabeça súbita e muito intensa, diferente de qualquer outra
O que fazer e o que não fazer
1. Ligue 192 na hora. O SAMU leva o paciente ao hospital adequado e já avisa a equipe. Não espere para ver se melhora.
2. Anote o horário do primeiro sintoma. Os tratamentos da fase aguda dependem de janelas de tempo bem definidas, e esse dado orienta a decisão médica.
3. Não ofereça água, comida ou remédio. A deglutição pode estar comprometida, e medicamentos por conta própria podem prejudicar o tratamento.
Levar o paciente de carro pode parecer mais rápido, mas o atendimento do SAMU começa ainda no trajeto e direciona para o hospital com estrutura adequada. Na dúvida, ligue.
E depois da fase aguda?
Superada a emergência, começa a investigação da causa e o acompanhamento. É nesse momento que a avaliação neurocirúrgica entra, para verificar se existe alteração vascular estrutural — aneurisma, malformação, estenose — que possa ter provocado o evento e que tenha tratamento.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200 — Bloco 8A, Sala 113. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041.
Vale repetir: consulta eletiva não substitui emergência. Diante de sintoma súbito, o caminho é o 192.
Conclusão
Reconhecer o AVC é uma habilidade que salva vidas, e o roteiro é simples o bastante para qualquer pessoa memorizar: rosto caído, braço que não sobe, fala enrolada. Diante de qualquer um deles, ligue 192.
Depois da fase aguda, o Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para investigação da causa e acompanhamento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Precisa de avaliação neurovascular?
Para a fase aguda, procure emergência. Para investigação e acompanhamento, agende sua consulta.
Agendar consulta