Neurocirurgião para AVC recorrente no Rio de Janeiro
Um segundo AVC costuma ter consequências mais graves do que o primeiro, e o risco é maior justamente nos meses seguintes ao evento inicial. Investigar a causa e tratar o que for tratável é o que reduz essa chance. O Dr. Roberto Duprat Oberg avalia pacientes com AVC recorrente no Rio de Janeiro.
A recorrência do AVC não é aleatória. Ela quase sempre indica que a causa do primeiro evento continua ativa: uma arritmia não controlada, uma artéria estreitada, uma pressão arterial fora da meta, uma malformação vascular não identificada.
Por isso, o novo episódio é também um sinal de que a investigação precisa ser aprofundada. Quando um paciente repete o evento, a pergunta central deixa de ser apenas como reabilitar e passa a ser o que ainda não foi encontrado.
Em parte dos casos, o que aparece nessa investigação mais detalhada tem tratamento específico, cirúrgico ou endovascular, capaz de reduzir de forma significativa o risco de um terceiro evento.
Por que o AVC volta a acontecer?
As causas se dividem em dois grandes grupos. No primeiro estão os fatores de risco sistêmicos, que agem sobre todo o organismo. No segundo, as alterações estruturais localizadas nos vasos do cérebro ou do pescoço.
Fatores de risco que se acumulam
- Pressão arterial não controlada
- Fibrilação atrial e outras arritmias
- Diabetes sem controle adequado
- Colesterol elevado
- Tabagismo
- Interrupção por conta própria das medicações prescritas
Causas estruturais que podem passar despercebidas
- Estenose de artéria carótida ou vertebral
- Aneurisma cerebral não roto
- Malformação arteriovenosa
- Doença de pequenos vasos cerebrais
- Alterações de coagulação
Como é feita a investigação?
A avaliação começa pela revisão de tudo que já foi feito: exames de imagem das internações anteriores, laudos, medicações prescritas e efetivamente usadas. Muitas respostas já estão nesse material.
A partir daí, conforme a suspeita, podem ser indicados angiotomografia ou angiorressonância dos vasos do cérebro e do pescoço, angiografia cerebral, ecocardiograma, monitorização cardíaca prolongada e exames laboratoriais específicos.
Que tratamentos podem reduzir o risco?
1. Otimização clínica. Ajuste das metas de pressão, glicemia e colesterol, revisão do antiagregante ou anticoagulante e reforço da adesão ao tratamento. É a base de tudo.
2. Tratamento de estenose arterial. Quando há estreitamento significativo de carótida ou vertebral, existem opções de tratamento cuja indicação depende do grau da estenose e do quadro clínico.
3. Tratamento de lesão vascular identificada. Aneurismas e malformações encontrados na investigação são avaliados individualmente, considerando risco de sangramento e risco do procedimento.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200. As consultas são por hora marcada, pelo WhatsApp (21) 99815-0041.
Conclusão
A repetição de um AVC pede uma investigação mais profunda do que a que foi feita da primeira vez. Encontrar a causa é o que permite agir sobre ela — e, em boa parte dos casos, há o que fazer.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro para investigação e acompanhamento de AVC recorrente.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Já teve mais de um AVC?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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