Acompanhamento com neurocirurgião para pós-AVC no Rio de Janeiro
O período depois de um AVC não é apenas de reabilitação. É também quando se investiga o que causou o evento e se existe uma alteração estrutural tratável que possa provocar um novo episódio. O Dr. Roberto Duprat Oberg realiza esse acompanhamento no Rio de Janeiro, nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
O AVC pode ser isquêmico, quando uma artéria é obstruída, ou hemorrágico, quando há sangramento. As causas, o tratamento na fase aguda e o seguimento posterior são diferentes em cada caso, e essa distinção orienta todo o acompanhamento.
Passada a fase aguda, o cuidado se organiza em três frentes que caminham juntas: recuperar função, controlar os fatores que levaram ao evento e investigar se existe uma causa estrutural que precise ser tratada.
Essa terceira frente é onde o neurocirurgião atua com mais frequência. Aneurismas, malformações arteriovenosas, estenose de artérias e outras alterações vasculares podem estar por trás do AVC e, em parte dos casos, têm tratamento específico.
O que o acompanhamento avalia?
A avaliação parte dos exames feitos durante a internação e do quadro neurológico atual. Interessa saber que área do cérebro foi afetada, qual foi o mecanismo do evento e que sequelas permaneceram.
Pontos analisados na consulta
- Tipo de AVC e território cerebral acometido
- Causa identificada durante a internação, quando houve
- Exames vasculares já realizados, como angiotomografia ou angiografia
- Déficits atuais de força, fala, visão, equilíbrio e cognição
- Controle de pressão arterial, diabetes, colesterol e tabagismo
- Medicações em uso e adesão ao tratamento
Quando há indicação cirúrgica depois de um AVC?
Na maior parte dos casos, o seguimento é clínico e de reabilitação. A indicação cirúrgica surge quando existe uma lesão estrutural que representa risco de novo evento ou que causa efeito de massa.
1. Aneurisma não roto identificado na investigação. Conforme tamanho, localização e características, pode ser tratado ou apenas acompanhado com exames periódicos.
2. Malformação arteriovenosa. Quando identificada como causa de AVC hemorrágico, a conduta é definida caso a caso, considerando localização e risco do procedimento.
3. Hidrocefalia ou coleções pós-hemorrágicas. Situações em que o acúmulo de líquido exige tratamento específico para aliviar a pressão intracraniana.
Como reduzir o risco de um novo AVC?
O controle rigoroso da pressão arterial é a medida isolada mais importante. Somam-se a ele o controle do diabetes e do colesterol, a cessação do tabagismo, a atividade física regular orientada e o uso correto das medicações prescritas.
O papel da reabilitação
Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional trabalham a recuperação funcional e são conduzidas por equipe própria. O acompanhamento neurocirúrgico não substitui essa equipe: ele se soma a ela, cuidando da parte estrutural e vascular.
Onde é o atendimento
O Centro de Neurocirurgia Oberg tem duas unidades no Rio de Janeiro: a do Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, e a da Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200 — Bloco 8A, Sala 113.
As consultas são por hora marcada e o agendamento é feito por WhatsApp, no (21) 99815-0041.
Conclusão
Quem já teve um AVC pertence ao grupo de maior risco para um segundo evento, e é justamente esse risco que o acompanhamento busca reduzir. Investigar a causa, tratar o que for tratável e controlar os fatores de risco é o que muda o prognóstico a longo prazo.
O Dr. Roberto Duprat Oberg realiza acompanhamento pós-AVC no Rio de Janeiro, com conduta definida caso a caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Precisa de acompanhamento após um AVC?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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