Lombar

Qual o médico que cuida da coluna lombar?

A escolha do profissional para a coluna lombar depende menos da preferência e mais do tipo de sintoma. Dor axial, dor irradiada e limitação para caminhar apontam para caminhos diferentes. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro.

Mais de uma especialidade cuida da coluna lombar, com áreas de sobreposição amplas. Em vez de listar todas de novo, este texto organiza a decisão pelo sintoma.

Dor lombar isolada, sem irradiação

Dor localizada nas costas, ligada a esforço ou postura, sem descer para a perna. É o quadro mais comum e o de melhor prognóstico.

Pode ser conduzido pelo clínico geral com encaminhamento para fisioterapia. Se persistir além de seis semanas ou se repetir com frequência, vale avaliação com especialista em coluna — neurocirurgião, ortopedista de coluna ou fisiatra.

Dor que irradia para a perna

Com formigamento ou dormência no trajeto, sugerindo compressão de raiz nervosa. Aqui a avaliação com neurocirurgião ou ortopedista de coluna é mais direta, porque são as especialidades que avaliam e tratam compressões nervosas.

Se houver perda de força, a avaliação não deve ser adiada.

Limitação para caminhar com alívio ao sentar

Padrão que sugere estenose do canal lombar, mais comum a partir da sexta década. Avaliação com especialista em coluna, que define entre tratamento conservador e descompressão.

Rigidez matinal prolongada em pessoa jovem

Quando a dor melhora com atividade e piora com repouso, e o quadro começou antes dos quarenta anos, a suspeita é de causa inflamatória sistêmica. O caminho é o reumatologista.

Dor com sinais de alerta

Febre, perda de peso inexplicada, histórico de câncer, dor noturna persistente, dor após trauma em pessoa com osteoporose. Esses quadros pedem avaliação sem demora, e a especialidade dependerá do que a investigação inicial encontrar.

Dor com alteração esfincteriana

Alteração no controle da bexiga ou do intestino, dormência na região da virilha ou fraqueza nas duas pernas. Aqui não há escolha de especialidade a fazer: é urgência, e o caminho é o pronto-socorro.

Se procurar o especialista "errado"

Na prática, isso raramente é problema. Um médico que avalia coluna com critério identifica o quadro e encaminha quando necessário. O custo real não está em escolher a especialidade errada, e sim em adiar a avaliação por meses enquanto se decide.

O que a primeira consulta deve esclarecer

Três perguntas: existe uma causa estrutural que explique o sintoma, há algum sinal de alerta que exija pressa, e qual é o primeiro passo do tratamento. Com essas respostas, o encaminhamento seguinte deixa de ser tentativa e erro.

Vale lembrar que consulta com especialista em coluna não é sinônimo de indicação cirúrgica. A maior parte dos pacientes avaliados segue em tratamento conservador, e a avaliação existe justamente para distinguir quem precisa de intervenção de quem não precisa.

Sobre segunda opinião

Diante de uma indicação cirúrgica de coluna, buscar outro parecer é prática comum e recomendável. Divergências legítimas existem nessa área, e ouvir dois raciocínios ajuda a decidir com mais segurança. Leve as imagens em arquivo para que a segunda avaliação seja de fato independente.

Conclusão

Deixe o sintoma orientar a escolha: dor isolada pode começar pelo clínico com fisioterapia; dor irradiada com formigamento aponta para especialista em coluna; rigidez inflamatória, para reumatologista; e alteração esfincteriana, para a emergência.

O Dr. Roberto Duprat Oberg atende no Rio de Janeiro, nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca, para avaliação de coluna lombar.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).

Não sabe qual especialista procurar?

Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.

Agendar consulta