Neurocirurgião para dor na coluna na Gávea
Dor na coluna é um dos motivos mais comuns de consulta médica, e a maior parte dos casos melhora sem cirurgia. A avaliação com neurocirurgião faz sentido quando a dor persiste por semanas, irradia para o braço ou a perna, ou vem acompanhada de perda de força. O Dr. Roberto Duprat Oberg atende moradores da Gávea na unidade do Jardim Botânico.
A dor na coluna tem origens muito diferentes entre si. Pode vir de sobrecarga muscular, de desgaste das articulações, de uma hérnia de disco comprimindo uma raiz nervosa ou, com menos frequência, de causas inflamatórias, infecciosas ou tumorais. Cada uma dessas origens pede uma conduta distinta.
Na prática, o que orienta a investigação não é a intensidade da dor. É o comportamento dela: há quanto tempo existe, se está piorando, se muda de posição, se acorda o paciente à noite e se veio junto com algum outro sintoma neurológico.
A consulta considera esse histórico, o exame neurológico e os exames de imagem já realizados. Quando o paciente já traz ressonância ou tomografia recente, os exames são revisados na própria consulta.
Quando a dor na coluna precisa de avaliação especializada?
Dor aguda de poucos dias, sem outros sintomas, geralmente é acompanhada clinicamente e melhora. A avaliação com especialista ganha importância em outros cenários.
Sinais que pedem investigação
- Dor que persiste por mais de seis semanas apesar do tratamento
- Dor que irradia para o braço, a mão, a perna ou o pé
- Formigamento, dormência ou perda de força no membro
- Dor que piora à noite ou em repouso
- Febre, perda de peso ou histórico de câncer associados à dor
- Alteração no controle da bexiga ou do intestino, que exige avaliação imediata
Quais são as causas mais comuns?
Entre as causas estruturais mais frequentes estão a hérnia de disco, a degeneração discal, a artrose das facetas articulares, a estenose do canal vertebral e a espondilolistese. Na coluna cervical, a compressão de raízes nervosas costuma produzir dor irradiada para o braço; na lombar, para a perna.
Vale uma ressalva importante: alterações degenerativas aparecem em exames de imagem de muitas pessoas sem dor alguma. Encontrar uma hérnia na ressonância não significa, por si só, que ela é a causa do sintoma. O que estabelece essa ligação é o exame clínico.
Como é feito o tratamento?
1. Tratamento conservador. Medicação para controle da dor, fisioterapia orientada, ajuste de atividades e fortalecimento. É a primeira linha na maior parte dos casos e resolve a maioria deles.
2. Procedimentos guiados. Em casos selecionados, a infiltração pode ser usada para reduzir a inflamação em torno da raiz nervosa e permitir que a reabilitação avance. O efeito é variável e não é permanente.
3. Cirurgia. Reservada para quadros com causa estrutural definida que não responderam ao tratamento conservador, ou quando há déficit neurológico. A técnica é escolhida conforme o diagnóstico.
Onde é o atendimento para quem mora na Gávea
A Gávea não tem unidade própria do Centro de Neurocirurgia Oberg. O atendimento mais próximo é a unidade do Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413. Há também a unidade da Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200.
As consultas são por hora marcada e o agendamento é feito por WhatsApp, no (21) 99815-0041.
Conclusão
Dor na coluna que persiste, irradia ou vem com perda de força merece ser investigada. Na maior parte das vezes a avaliação afasta as hipóteses mais preocupantes e orienta um tratamento conservador bem conduzido, que é o que resolve a maioria dos casos.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende pacientes da Gávea e da Zona Sul do Rio de Janeiro para avaliação de dor na coluna.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Dor na coluna que não passa?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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