Neurocirurgião para cirurgia de coluna na Gávea
A cirurgia de coluna não é o primeiro passo do tratamento. Ela entra quando o tratamento conservador já foi tentado sem resultado, quando há compressão de nervos com perda de força ou quando o exame de imagem mostra uma lesão que não se resolve sozinha. O Dr. Roberto Duprat Oberg avalia pacientes da Gávea na unidade do Jardim Botânico, bairro vizinho.
A maior parte dos quadros de dor na coluna melhora sem cirurgia. Fisioterapia, medicação, ajuste de rotina e, em casos selecionados, infiltração resolvem boa parte dos casos ao longo de semanas ou meses. Por isso a consulta com o neurocirurgião não termina, necessariamente, em indicação cirúrgica.
A cirurgia passa a ser considerada quando existe uma causa estrutural clara, identificada em exame de imagem, que explica o sintoma e que não tende a se resolver com o tempo. Hérnia de disco com compressão nervosa, estenose do canal vertebral, espondilolistese e instabilidade da coluna estão entre as causas mais frequentes.
Existe também um grupo de situações em que a avaliação precisa ser rápida: perda de força progressiva na perna ou no braço, alteração do controle da bexiga ou do intestino e dormência na região da virilha. Esses sinais sugerem compressão importante e não devem esperar.
Quando a cirurgia de coluna é indicada?
A indicação nasce do encontro de três coisas: o sintoma que o paciente relata, o achado do exame neurológico e a imagem. Quando os três apontam para o mesmo lugar, a chance de a cirurgia resolver é alta. Quando a imagem mostra uma alteração que não corresponde ao sintoma, operar dificilmente ajuda.
Situações que costumam levar à indicação
- Dor irradiada para braço ou perna que persiste após meses de tratamento conservador
- Perda de força progressiva no membro afetado
- Estenose do canal com limitação para caminhar distâncias curtas
- Instabilidade da coluna documentada em exame
- Compressão da medula com alteração de marcha ou de coordenação
- Alteração do controle esfincteriano, que exige avaliação imediata
Quais técnicas cirúrgicas existem?
A escolha da técnica depende do diagnóstico, do segmento da coluna envolvido e das condições clínicas do paciente. Não existe uma técnica melhor em abstrato: existe a mais adequada para aquele caso.
1. Endoscopia de coluna. Acesso por uma incisão pequena, com câmera, indicado principalmente para hérnias de disco em posições favoráveis. Costuma permitir recuperação mais rápida, mas não serve para todos os casos.
2. Microcirurgia. Uso de microscópio cirúrgico para descompressão de nervos ou da medula, com preservação das estruturas ao redor. É a técnica de referência para boa parte das hérnias e estenoses.
3. Artrodese. Estabilização de um segmento da coluna, indicada quando existe instabilidade ou deformidade. Envolve implantes e recuperação mais longa, e por isso é reservada para casos em que há indicação clara.
Como é a recuperação?
O tempo de recuperação varia conforme a técnica e o porte do procedimento. Em cirurgias descompressivas por acesso menor, a alta hospitalar costuma ser precoce e o retorno gradual às atividades acontece em semanas. Em artrodeses, o período é mais longo e a fisioterapia tem papel central.
O que influencia o resultado
Idade, tempo de compressão nervosa antes da cirurgia, condicionamento físico, tabagismo e doenças associadas influenciam a recuperação. Quando a compressão do nervo durou muito tempo, parte do déficit pode permanecer mesmo com a cirurgia bem-sucedida — mais um motivo para não postergar a avaliação.
Os procedimentos são realizados em ambiente hospitalar, com a estrutura necessária. A consulta serve para avaliar, esclarecer as opções e planejar.
Onde é o atendimento para quem mora na Gávea
A Gávea não tem unidade própria do Centro de Neurocirurgia Oberg. O atendimento mais próximo para quem mora no bairro é a unidade do Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413, a poucos minutos de carro. Há também a unidade da Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200.
As consultas são por hora marcada e o agendamento é feito por WhatsApp, no (21) 99815-0041.
Conclusão
Cirurgia de coluna é decisão que se toma com informação, não com pressa. A avaliação define se existe causa estrutural, se ela explica o sintoma e se o benefício esperado justifica o procedimento. Em muitos casos a resposta é não, e o caminho segue pelo tratamento conservador.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende pacientes da Gávea e da Zona Sul do Rio de Janeiro para avaliação de coluna, com conduta definida caso a caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Quer entender se o seu caso tem indicação cirúrgica?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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