Neurocirurgião para cirurgia de coluna em Botafogo
Boa parte das cirurgias de coluna hoje é feita por acessos menores, com microscópio ou endoscópio, o que reduz o trauma cirúrgico e encurta a recuperação. A técnica adequada, porém, depende do diagnóstico e não da preferência do paciente. O Dr. Roberto Duprat Oberg avalia moradores de Botafogo na unidade do Jardim Botânico.
A expressão "minimamente invasiva" descreve um conjunto de técnicas que buscam o mesmo objetivo das cirurgias tradicionais — descomprimir um nervo, estabilizar um segmento, retirar uma lesão — com menos agressão aos músculos e tecidos ao redor.
A diferença não está apenas no tamanho da incisão. Está na quantidade de músculo afastado, na perda de sangue durante o procedimento e no tempo que o paciente leva para retomar as atividades. Em casos favoráveis, esses ganhos são significativos.
Isso não torna a técnica universal. Há situações em que o acesso convencional oferece mais segurança e melhor resultado, e a escolha precisa ser feita caso a caso, com base no exame de imagem e no quadro clínico.
Quais técnicas minimamente invasivas existem para a coluna?
1. Endoscopia de coluna. Uma câmera é introduzida por uma incisão de poucos milímetros. É indicada sobretudo para hérnias de disco em localizações favoráveis, tanto na região lombar quanto na cervical, conforme o caso.
2. Microcirurgia com acesso tubular. Um afastador tubular abre caminho entre as fibras musculares em vez de seccioná-las, e o procedimento é feito sob microscópio. Aplica-se a hérnias e a descompressões de canal estreito.
3. Artrodese percutânea. Quando há necessidade de estabilizar um segmento, os implantes podem ser posicionados por incisões pequenas, com auxílio de imagem intraoperatória.
Quem pode ser candidato?
A candidatura depende do diagnóstico, da localização da lesão, da anatomia do paciente e de cirurgias prévias na mesma região. Um paciente já operado no mesmo nível, por exemplo, costuma ter mais tecido cicatricial, o que muda a estratégia.
O que a avaliação analisa
- Tipo e localização exata da lesão no exame de imagem
- Correspondência entre o achado da imagem e o exame neurológico
- Tempo de evolução dos sintomas e tratamentos já realizados
- Presença de instabilidade ou deformidade associada
- Condições clínicas gerais e cirurgias anteriores
Como é a recuperação?
Em procedimentos descompressivos por acesso menor, a permanência hospitalar costuma ser curta e o retorno gradual às atividades acontece ao longo de semanas, com orientação de fisioterapia. Atividades de impacto e esforço são liberadas de forma progressiva.
O tempo exato varia com o porte do procedimento e com o próprio paciente. Prometer um prazo fixo antes da avaliação não seria honesto: o plano de retorno é definido depois da cirurgia, conforme a evolução.
Os procedimentos são realizados em ambiente hospitalar, com a estrutura de apoio necessária.
Onde é o atendimento para quem mora em Botafogo
Botafogo não tem unidade própria do Centro de Neurocirurgia Oberg. O atendimento mais próximo é a unidade do Jardim Botânico, na Rua Jardim Botânico, 657 — Sala 413. Há também a unidade da Barra da Tijuca, na Avenida das Américas, 4.200.
As consultas são por hora marcada e o agendamento é feito por WhatsApp, no (21) 99815-0041.
Conclusão
Técnicas minimamente invasivas ampliaram as opções de tratamento da coluna, mas não substituíram a avaliação criteriosa. O que define o resultado é a indicação correta, não o tamanho da incisão.
O Dr. Roberto Duprat Oberg atende pacientes de Botafogo e da Zona Sul do Rio de Janeiro para avaliação de coluna.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individual. Em caso de sintoma neurológico súbito e intenso, procure atendimento de emergência ou ligue para o SAMU (192).
Quer conhecer as opções para o seu caso?
Consultas por hora marcada nas unidades do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca.
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